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Anápolis,17/03/2026

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CEMAD completa 30 anos e se consolida como referência em inclusão e acolhimento em Anápolis

aconteceuenoticiafm.com.br
CEMAD completa 30 anos e se consolida como referência em inclusão e acolhimento em Anápolis

Em julho deste ano, o Centro Municipal de Atendimento à Diversidade (CEMAD) completa 30 anos de atuação em Anápolis.









Ao longo de três décadas, a unidade se tornou referência no atendimento educacional especializado, oferecendo acolhimento, orientação e suporte para centenas de crianças e famílias por meio da educação inclusiva.





Mantido pela Prefeitura de Anápolis, por meio da Secretaria Municipal de Educação, o CEMAD atende atualmente cerca de 300 crianças da rede municipal.









Os estudantes são encaminhados pelas escolas e incluem alunos com deficiência auditiva, visual e física, além de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e transtornos de aprendizagem, sempre com foco no desenvolvimento integral e na inclusão.





O centro também atende pessoas da comunidade com deficiência auditiva, deficiência visual e baixa visão, que podem procurar a unidade para realizar matrícula presencialmente.





Segundo a diretora de Inclusão, Diversidade e Cidadania, Lara Bethania Leite Moreira, o atendimento começa com uma avaliação detalhada para identificar as necessidades específicas de cada aluno.





“O trabalho envolve não só a criança, mas também a família, a escola e a equipe multiprofissional, formando uma verdadeira rede de apoio”, explica.





Estimulação e desenvolvimento
Entre as atividades oferecidas, a estimulação precoce tem papel fundamental, especialmente para crianças na primeira infância que precisam de acompanhamento desde os primeiros anos de vida.





O CEMAD também desenvolve projetos de estimulação cognitiva, visual e voltados ao Transtorno do Espectro Autista, sempre respeitando o ritmo e as particularidades de cada estudante.





Na área de comunicação e linguagem, são realizados atendimentos em fonoaudiologia, além de atividades em Língua Brasileira de Sinais (Libras), português escrito e braille, garantindo mais acessibilidade no processo de aprendizagem.





Para estudantes com deficiência visual, a matemática com uso do sorobã e a informática acessível ajudam a fortalecer a autonomia.





O desenvolvimento socioemocional também é trabalhado por meio de atividades como musicalização e xadrez, que contribuem para a concentração, disciplina e interação social.





✅ Projeto fortalece famílias





Um dos destaques é o projeto Fios que Acolhem, voltado aos pais e responsáveis. A iniciativa utiliza o crochê como ferramenta de integração social, promovendo geração de renda, fortalecimento de vínculos e troca de experiências entre as famílias.





A proposta parte do princípio de que o desenvolvimento das crianças está diretamente ligado ao bem-estar de quem cuida delas.





Marcilene Soares, mãe de uma aluna com paralisia cerebral, destaca a importância do serviço.





“Sou muito grata às profissionais que atendem nossas crianças com tanto carinho e dedicação.





Para nós, esse atendimento faz toda a diferença, porque além do acolhimento, vemos a evolução delas no dia a dia. É um trabalho muito valioso, que muitas famílias não teriam condições de pagar”, afirmou.





Foto: Paulo De Tarso / Prefeitura De Anápolis





Fonte: ✍ Aconteceu É Notícia FM




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